Fêmeas continuam a aparecer
Abate de fêmeas no Mato Grosso atinge recorde e puxa volume total para cima.

Boi gordo 

A valorização predominou na maioria das praças pecuárias brasileiras, com alta de 0,37% no estado do Pará, onde o preço ficou em R$ 291,24/@. No entanto, a B3 apresentou um movimento majoritariamente negativo, com o mês de maio/25 terminando o dia com desvalorização de 0,46%, ficando cotado a R$ 316,65/@.

O abate de fêmeas no Mato Grosso voltou a crescer em jan/25, alcançando o maior nível desde out/2024. No total, foram abatidas 614,63 mil cabeças, um aumento de 18,05% em relação ao mês anterior, sendo o segundo maior volume da história para um janeiro. Desse total, 329,87 mil fora fêmeas, um crescimento de 38,02% frente a dez/24 e um recorde para o período.

Milho 

Em Campinas/SP, o milho mantém preços firmes desde o final do último mês, encerrando o dia 06/02 a R$ 76,42 por saca, com alta de 0,50%. Na B3, os futuros de milho registraram leves altas ao longo da quinta-feira, refletindo a valorização da commodity em Chicago e as preocupações com a janela de semeadura do milho 2ª safra no Brasil. O contrato março/25 (CCMH25) avançou 0,21%, encerrando o pregão regular de 06/02 a R$ 78,07/sc.

Na CBOT, os futuros de milho também acumularam ganhos durante a sessão de quinta-feira. As vendas semanais de milho dos EUA na temporada 2024/25 totalizaram 1,477 milhão de toneladas até 30/01, ficando próximas do limite das estimativas. Além disso, a forte alta das cotações do trigo em Chicago impulsionou os preços do cereal. O contrato março/25 (CH25) subiu 0,41%, fechando a sessão diurna de 06/02 a US$ 4,95/bu.

Soja 

Em Paranaguá/PR, os preços registraram firmeza, com avanço diário de 0,53% e a saca cotada a R$ 132,05. Os tímidos movimentos de CBOT e câmbio com a colheita atrasada dão suporte de curto prazo.

Os futuros da soja em grão registraram ganhos na última quinta-feira em Chicago, acompanhando a alta dos futuros do óleo de soja. No mesmo dia, o USDA informou que as vendas semanais de soja dos EUA na temporada 2024/25 atingiram 388 mil toneladas até 30/01, dentro das expectativas do mercado. O contrato março/25 (ZSH25) avançou 0,33%, encerrando a sessão regular de 06/02 a US$ 10,61/bu.